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Ensino Religioso

Diferentes como branco e preto
A Lua e o Sol,
Não pensamos direito
Nos preconceitos que nos prendem no anzol.

Garotas cortam os cabelos
O que não as faz menos mulher
O garoto que tem os fios longos
É respeitado seja onde estiver.

Alto, baixo, devo mudar?
Vestido, moletom.
Respeite o meu jeito de amar
Então, abaixe o seu tom.

Se a melanina te amedronta
Só se senta e aguenta
A dança de black powers longo afronta
O seu preconceito não se sustenta.

Todos somos diferentes,
Mas o sangue é da mesma cor
Corremos pelas ruas como os delinquentes
E no final, sofremos coa mesma dor.

Autores: Gabriela Pais Leme de Mesquita Beker, Michelle Fernandes Maia, Sarah Zeferino Leal e Tereza de Castro Oliveira.

Felicidade. Um termo tão completo e ao mesmo tempo tão desprovido de significado. Felicidade pode ser passar apenas dois segundos com aquele que aperta o coração de saudades ou simplesmente passar o dia isolado, dentro das cobertas no quarto escuro.

Ser feliz ou infeliz depende completamente de nós. Passamos a construir a vida todos os dias; se eles são alegres, depende de como escrevemos o final da nossa história. Além disso, só o nosso próprio sentimento importa, até porque é a nossa vida, nossa decisão.

Felicidade e tristeza são relacionadas. Como sol e lua ou branco e preto. São termos simples, mas, ao mesmo tempo, complexos. Saber escolher o que nos faz felizes não nos torna insensíveis. É ser “egoísta” no que diz respeito a nós e às coisas que nos fazem bem.

Certas pessoas são rancorosas por viverem na geração de hoje. A geração do desinteresse, em que nada sentimental tem seu verdadeiro valor. E isso é apenas outro exemplo de quais elementos escolhermos para ser felizes. Alguns dizem que a tristeza corrói a alma e destrói a mente. Acredite não vai sofrer um traumatismo craniano ao se jogar de cabeça em pessoas rasas, se escolher ver isso de maneira diferente. Sua felicidade não é dependente, não respira por meio de aparelhos.

Não é algo fácil de conviver, mas também não é uma ciência impossível. É saber ser feliz. É escolher o que vai despertar seu sorriso durante o dia. É escolher amar ou abandonar por uma simples questão de ética. É transbordar ou desabar nas poças alheias.

Autores: Camilla Neiva Dayrell Costa, Gabiela Pais Leme de Mesquita, Michelle Fernandes Maia, Sarah Zeferino Leal e Tereza de Castro Oliveira.

Felicidade: de acordo com o dicionário, significa qualidade ou estado de feliz; estado de uma consciência plenamente satisfeita; satisfação, contentamento, bem-estar. Para alguns, felicidade é mais que um estado ou um sentimento, é uma parte de alma. Afinal, o que é melhor do que sorrir, rir e estar bem consigo mesmo?

Claro que não é em todos os momentos que conseguimos estar nesse estado tão bom... Minha mãe me falava quando eu era menor "Se arrisque, se der certo, felicidade, se der errado, sabedoria". Às vezes, as pessoas deixam de fazer coisas por medo, mas mal sabem que, no final, a alegria que tal ato pode trazer é enorme.

Mas, sua felicidade vem de dentro de você. Somos a nossa própria porta para nosso próprio universo.

A felicidade, se pensarmos bem, se encontra nas coisas simples da vida!

Num gesto de carinho que nos faz sentir amados,

Numa palavra sincera de estímulo que ouvimos de alguém em quem confiamos,

Na dedicação de um amigo que se faz presente no momento que precisamos,

Num elogio verdadeiro, que nos transforma em gigantes,

No afeto do companheiro que nos dá a certeza daquele amor,

Na alegria que sentimos nos olhos das pessoas quando chegamos em algum lugar,

Quando você acorda de um sonho e percebe que ele pode se tornar realidade,

Sorrisos sinceros,

Momentos não só com a família de sangue, mas a família de coração que o tempo traz para cada pessoa

A felicidade, mesmo sendo algo que vem de dentro de você, não é uma coisa tão simples. A vida é cheia de tropeços e quedas, mas o amor, compreensão  e gratidão trazem a felicidade...

Somos a nossa própria porta para nosso próprio universo.

Autores: Eduarda Svizzero da Silva, Júlia Dias Bernardes, Júlia Martins Reis, Laila Resende Issa da Silva e Letícia Maior Soares.

Há quem diga que a felicidade está representada em um sentimento mútuo e momentâneo. Outros, por sua vez, a transformam em uma sensação de bem-estar. Se procurarmos em um dicionário, a felicidade será caracterizada como um substantivo feminino. Trata-se de um estado da pessoa feliz, satisfeita, alegre, contente. A referência filosófica mais antiga de que se dispõe sobre o tema é um fragmento de um texto de Tales de Mileto, que viveu entre as últimas décadas do século 7 a.C. e a primeira metade do século 6 a.C. Segundo ele, é feliz “quem tem corpo são e forte, boa sorte e alma bem formada”.

Se juntarmos um grupo de pessoas e perguntar: “O que é felicidade?” Provavelmente, cada pessoa que resolver responder a essa pergunta apresentará uma resposta própria. Em um certo sentido, ela é algo individual, pessoal e intransferível. Por outro lado, há uma ideia de felicidade que pertence ao senso comum e é compartilhada pela esmagadora maioria das pessoas: felicidade é ter saúde, amor dinheiro, prazer, etc.

Aproximadamente há quatro décadas já se faziam pesquisas sobre o que poderia ser a definição exata de felicidade e como se poderia alcançá-la. Infelizmente, sem conclusão. Até então a felicidade não é considerada eterna, mas cheia de pequenos infinitos que podem ou não ter um tempo maior.Em um determinado ponto de vista, a felicidade é aquela sensação do tempo passar mais rápido quando se está fazendo algo ou com alguém de quem se gosta. Aquela adrenalina corre nas veias no momento de aventura ou simplesmente a paz interior despertada em alguém após ouvir o cantos dos pássaros. Seja qual for o seu conceito de felicidade, aprenda a desfrutá-la desfrutar da mesma, da maneira mais intensa possível, pois, mesmo que não seja admissível uma felicidade eterna, são de várias palavras que se fazem grandes histórias e dos menores momentos, as maiores lembranças.

Em um determinado ponto de vista, a felicidade é aquela sensação do tempo passar mais rápido quando se está fazendo algo ou com alguém de quem se gosta. Aquela adrenalina corre nas veias no momento de aventura ou simplesmente a paz interior despertada em alguém após ouvir o cantos dos pássaros. Seja qual for o seu conceito de felicidade, aprenda a desfrutá-la desfrutar da mesma, da maneira mais intensa possível, pois, mesmo que não seja admissível uma felicidade eterna, são de várias palavras que se fazem grandes histórias e dos menores momentos, as maiores lembranças.

Autores: Agnes Raissa Alves Pereira Duque, Anna Luiza Mendes de Oliveira, Júlia Pereira Azevedo Pinto, Lucas Daniel Oliveira Marra, Luiza Galvão Murta, Teodora Castro, Thamires Cristina Silva Oliveira.

O conceito de felicidade é relativo, pois cada indivíduo tem seu modo único de ser feliz e de viver. O que pode significar felicidade para alguém pode não ser para outra pessoa.

A felicidade é essencial, pois nós estamos sempre em busca de algum prazer, algo que nos motive todos os dias. Mas a questão é: precisamos procurar a felicidade em outras pessoas ou em objetos? A felicidade se encontra dentro de nós. A partir do momento em que entramos em paz com nós mesmos, conseguimos atingir as outras pessoas.

A busca pela felicidade é o que move a humanidade, uma vez que esse desejo é inerente ao ser humano. Temos de ter total consciência do que queremos e do que precisamos, pois o caminho muitas vezes é árduo. É mister que nos sintamos bem durante a jornada porque ela é parte importante da felicidade que desejamos.

Autores: Bárbara Isabella de Deus Araújo.

O que realmente significa felicidade? Segundo o dicionário, é um Estado da pessoa feliz, satisfeita, alegre, contente. Mas será que as pessoas conseguem realmente ser felizes?

A felicidade pode vir de um instante no qual você está com pessoas das quais você gosta de estar perto. Pode ser de comer um prato da sua preferência, de dirigir, dormir, fazer uma caminhada, de tudo que você faz que lhe proporciona um prazer, uma satisfação.

Para Aristóteles, a felicidade é o maior desejo do ser humano. A felicidade é um estilo de vida. O ser humano precisa exercitar constantemente o melhor que tem dentro dele.

É preciso cultivar também a prudência de caráter e ter um bom “daimon” (boa sorte), para alcançar a felicidade plena. Epicuro postulou o princípio de que o equilíbrio e a temperança davam origem à felicidade. Para Nietzsche, a felicidade é força vital, espírito de luta contra todos os obstáculos que restrinjam a liberdade e a autoafirmação. Ser feliz é ser capaz de provar dessa força vital, por meio da superação de dificuldades e criando formas diferentes de viver.

Mediante tantas descrições do que seria e felicidade, percebemos que, para atingi-la, não existe uma fórmula, uma receita.

Para algumas pessoas a ajuda ao próximo as faz felizes. O ato de ajudar uma pessoa as agracia. Por outro lado, vemos pessoas se sentirem felizes por prejudicar umas às outras. Será que essas pessoas que trapaceiam, matam para conseguir seus objetivos realmente estão fazendo isso para alcançarem a felicidade ou porque não conseguem atingir a verdadeira felicidade? Será que essas pessoas não têm um vazio ou uma infelicidade por trás de tais atos?

Portanto, percebemos que, para conseguirmos viver em uma sociedade, precisamos controlar a nós mesmos. A nossa felicidade tem que ser proporcionada por coisas que não fujam ao padrão. Mesmo assim, temos que fazer o que nos proporciona a felicidade pois é ela que dá o sentido para nossas vidas.

Autor: Bernardo Henrique S. Miranda.

Desejos são contestáveis
Necessidades são inevitáveis.
Nessas vontades
Nossas verdades.

Os desejos são a aspiração
Propósitos, objetivos e ambição.
As necessidades são a obrigação,
Utilidade, dever e imposição.

Temos desejos todos os dias
Eles nos fazem ter euforia
Desejamos o que podemos
A maioria deles fica em nosso querer.

Temos necessidades todos os dias
Nem sempre trazem a euforia
Necessitamos, precisamos ter
Elas não podem apenas ficar no querer.

Autores: Ana Júlia Souza Bastos, Bruna Raposo Nery, Esther dos Santos Pereira e Hadassa Cristina Vicente.

Se um dia realmente
Descobrissem uma fórmula
Que curasse os desejos insaciáveis
E os caprichos das pessoas
Que nunca curam, só aumentam.

A necessidade é algo que é preciso,
Algo de que necessitamos
Para que haja sobrevivência de todos.
Na sociedade de consumo em que vivemos
Há cada vez mais desejos.

Valorizar mais o ser do que o ter
É uma decisão difícil
Para muitas pessoas
Quanto mais elas consomem
Mais vazias e solitárias ficam.

Ir a um restaurante de luxo e
Desfrutar os pratos finos, isso é um desejo.
Você está satisfazendo sua necessidade de se alimentar
Mas a forma como você almejou satisfazer tal necessidade
Foi por meio de um desejo.

Autores: Aíque Barbosa Martins Bueno Castro, Bruno Silveira Bittar, Denise Nogueira de Castro, Eduarda Marques Celestino Azevedo, Izabella Cota Starling, Marcelo Andrade Zordan Martins, Ronaldo Júnio Condé de Melo e Vitória Fonseca dos Reis.

Hodiernamente vê-se o crescente mercado consumidor mundial, baseado no capitalismo, em que pessoas se encontram perdidas entre o desejo e a necessidade. Mas o que é o desejo? O desejo nada mais é do que algo que queremos consciente ou inconscientemente, extremamente influenciados pela mídia, como, por exemplo, ter carro do ano.

Em contraste com os desejos, existem as necessidades. As necessidades possuem diversas vertentes, desde as mais básicas de caráter humanitário como higiene, roupas e alimentação, até as mais complexas, como a busca pela felicidade. Atualmente a sociedade vive um fenômeno, pois, devido ao nosso modelo econômico, cada dia nos tornamos cegos pelo dinheiro, impedindo muitas vezes um olhar para o nosso interior.

Assim, é evidente que a mente contemporânea está se tornando fútil, acarretando diversas consequências em função do consumismo exagerado. A principal ocorrência, de curto e longo prazo, é a degradação do meio ambiente onde o homem de mentalidade primata não se preocupa com a sustentabilidade do planeta, extraindo matérias-primas, riquezas do planeta terra.

Destarte, é fundamental que as pessoas comecem a pensar com consciência coletiva, para que possamos futuramente ter mais seres voltados para a essência do que pela aparência.

Autores: Esther Dulce Santos Miranda e Magalhães, Giovanna Luisa Saldanha Saliba, Guilherme Villar Camargos Saraiva e Raquel Freire Dutra.

Desde os primórdios da humanidade, veem-se valores sendo transmitidos por meio de fatores sociais, culturais, éticos, econômicos, etc.

Os valores são características positivas e pessoais e constituem a base da vida de cada um, ao contrário dos contravalores que, como o nome sugere, são os valores equivocados e, por isso, não têm valor e devem ser repreendidos. Cabe a cada um de nós questionar e decidir por quais deles vale a pena optar, para que possamos alcançar a felicidade.

Hodiernamente, os meios de comunicação têm seus aspectos positivos, coisas positivas, porém oferecem riscos. É fundamental, em uma sociedade como a nossa, saber distinguir os valores dos prejuízos. A absorção daquilo que a mídia oferece, portanto, deve ser consciente e responsável, visto que ela pode não colaborar para a construção do indivíduo, já que esse é produto do meio.

Apesar de os valores e contravalores ocorrerem no âmbito pessoal, no geral é possível identificá-los como solidariedade, amor, perdão, trabalho, responsabilidade e tudo aquilo que nos torna humanos. E os contravalores, em a violência, drogas, egoísmo, consumismo, corrupção.

Deve-se pensar que tudo em nós é ambíguo, pode ser usado para o bem ou para o mal. A fácil manipulação dos meios de comunicação sobre nós deve ser dosada desde cedo. Esse processo de diferenciação exige esforço e perseverança de cada um de nós, pois isso implicará mudanças na nossa sociedade.

Autor: Esther Dulce Santos Miranda Magalhães, Giovana Luísa Saldanha Saliba, Guilherme Villar Camargos Saraiva, Raquel Freire Dutra e Taísa Souza Vargas.

Valores são valores realmente
Quando assumimos de forma resoluta
Nossos erros e fracassos, nossas lutas.

Cada qual se sente o dono da verdade
Cada cabeça, ergue-se em vaidade
Querendo derrubar os preconceitos,
Achando nos mais velhos mil defeitos.

O amor livre é o maior valor
Da juventude que brada em gritos altos.
A roupa em moda.... curtir a droga.
É sempre a grande moda dos aflitos.

Perfuma-se de amor a criação!
O amor sempre foi livre!
Acolhe, porém, com muito saber o pequeno que
livremente irá nascer.
Que terá também um dia seus valores
Que não serão os seus, mas que não sejam dores.

Autor: Aíque Barbosa Martins Bueno Castro, Bruno Silveira Bittar, Denise Nogueira de Castro, Eduarda Marques Celestino Azevedo, Izabella Cota Starling, Ronaldo Júnio Condé de Melo e Vitória Fonseca dos Reis.

Os fundamentalistas são encontrados entre religiosos diversos e pregam que os dogmas de seus livros sagrados sejam seguidos com rigor.

Apesar do senso comum, não são apenas os islâmicos que seguem veementemente as escrituras de sua crença. Grupos judaícos como Kach Kahone Chai e também cristãos como Christina Voice, praticam essa ideologia. O primeiro tenta restabelecer territórios judaicos como determina a “Torá”, já o segundo, da óptica da Bíblia, pretende unir Igreja e Estado na Inglaterra.

O fanatismo em demasia gera problema em forma de intolerância religiosa; além disso, a ideia de superioridade é um fator que os leva a praticar atos desumanos, como tortura e morte.

Conseguimos observar bem essa realidade no Estado Islâmico, no qual procuram criar um “califado”, uma espécie de “reino” para que todos sigam à risca o Alcorão, assim realizando degolações e fuzilamentos em qualquer pessoa que não se defina sua ideologia.

Os atos fundamentalistas, por representarem uma exacerbação das escrituras sagradas, são consideradas perigosos para a humanidade, afinal, querendo sobrepor uma religião à outra, causam uma guerra entre elas.

Autores: Ana Clara Padilha Meireles, Gabrielle Adriane da Silva Machado, Lívia Nascimento Souza e Steffany Luciene Alves dos Santos.

O fundamentalismo religioso está presente em toda historiografia mundial. Conforme sua significação, esse termo refere-se à crença na interpretação literal dos livros sagrados. Nesse sentido, os fundamentalistas podem ser encontrados em diversas religiões, pregando as ideologias dos seus livros sagrados, sendo que elas são seguidas à risca.

No que tange a esse fato social, é notório, principalmente, pela divulgação da mídia a popularidade do extremismo islâmico. Alguns movimentos extremistas como o ISIS, Al-Gama e Hamas, hodiernamente, tentam implantar um Estado teocrático. Todavia, para alcançar tal objetivo, executam atos de violência como atentados à bomba, assassinatos e tortura, contribuindo para o ciclo vicioso de violência.

Cabe especificar que não somente o terrorismo está presente no Oriente Médio. Há casos como ataques à igrejas protestantes, católicas e sinagogas, além do preconceito enraizado. Não obstante, a intolerância, voltada às religiões praticadas no continente africano, contribuiu para conflitos generalizados e agressivos a seus praticantes.

Autor: Alejandro Ferandez Diniz Cassiano, Caroline Guimarães Damasceno, Catharine Couto e Couto, Igor Colodetti Lanna de Vasconcelos Padrão, Rhebeca Carmo Ribeiro.

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